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Vagas de porteiro e vigia

Condomínios e empresas contratando todo mês.

O que você ganha

  • Salário fixo com carteira assinada
  • Folga alternada na escala 12x36
  • Vale-alimentação e transporte
  • Postos de dia ou de noite
  • Vagas para iniciantes na área

Escolha sua área e confira os postos abertos agora.

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Por que entrar?

Portaria e vigilância estão entre as ocupações com mais contratações formais do país, segundo dados do Novo CAGED reunidos pelo Portal Salário. Poucas áreas deixam começar sem experiência, aprender na prática e, mais tarde, subir de nível fazendo o curso de formação.

Aceitam iniciantes?

Em boa parte das vagas, sim. Condomínios e empresas costumam treinar porteiro e vigia no próprio posto. Para vigilante é diferente, porque a lei exige o curso de formação antes.

Curso é obrigatório?

Só para vigilante, que precisa da formação em escola autorizada pela Polícia Federal. Na portaria e no controle de acesso, o curso ajuda no currículo, mas não é exigido.

Qual é a escala?

A 12x36 é a mais comum: 12 horas de serviço e 36 de descanso, ou seja, você trabalha um dia e folga no seguinte. Também há postos de segunda a sexta e vagas só para a noite.

Há vagas para mulheres?

Sim, e o espaço cresce. Escolas, hospitais, lojas e condomínios contratam mulheres para portaria, controle de acesso e prevenção de perdas, inclusive na 12x36.

Candidate-se em 4 passos

Tudo é feito pela internet e leva poucos minutos. Deixe os documentos à mão, monte um currículo simples e veja qual área tem mais a ver com você.

Imagem Pessoa Interessada

Como uma vaga fixa na portaria ou na segurança organiza suas contas

Quando você garante um posto fixo, o salário deixa de depender da sorte da semana e passa a cair na mesma data todo mês. O contrato fica registrado e traz férias, décimo terceiro, depósito do FGTS e contribuição ao INSS. É bem diferente de viver de bico ou de diária.

Renda certa e direitos garantidos

Todos os dias do ano alguém precisa cuidar de quem entra e sai de condomínios, prédios comerciais, escolas, hospitais, shoppings e fábricas. Essa demanda continua mesmo quando a economia aperta, e por isso a área está entre as mais firmes para quem quer largar a informalidade.

A carteira assinada também abre portas fora do trabalho. O tempo de serviço conta para a aposentadoria, o seguro-desemprego fica garantido em caso de dispensa e você passa a ter como provar renda para alugar uma casa, parcelar um celular ou pedir empréstimo. Quem já dependeu de serviço avulso sabe o peso disso.

Na maior parte das empresas do setor, o pacote inclui ainda vale-transporte e vale-alimentação ou refeição, e algumas convenções coletivas garantem cesta básica. Esses valores vêm além do salário e ajudam a segurar as despesas fixas da casa.

Folga alternada com a escala 12×36

Grande parte dos postos funciona na 12×36. São 12 horas seguidas de serviço e, depois, 36 horas livres. No dia a dia, você trabalha um dia e descansa no outro, e os fins de semana de folga vão se revezando.

Esse formato precisa estar previsto em acordo ou convenção coletiva e é comum em portaria e vigilância. Ela deixa dias úteis livres durante a semana: dá para fazer um curso, estudar, ir ao banco, levar o filho ao médico ou até pegar um serviço extra leve.

Se você prefere horário de segunda a sexta, também encontra opções. Escolas e empresas costumam abrir vagas diurnas em horário comercial. Condomínios e indústrias concentram os turnos da noite, que por lei rendem adicional noturno.

Entenda os três degraus da área de portaria e segurança

A área se divide em três degraus, e conhecer cada um evita perder tempo mandando currículo para a vaga errada. Primeiro vem a portaria, com o controle de acesso. Depois, o vigia e os postos de apoio à segurança. No topo, o vigilante, profissão regulada pela Polícia Federal.

No posto de portaria, a pessoa atende moradores, visitantes e prestadores, recebe encomendas, opera interfone e câmeras, anota entradas e saídas e chama a administração quando algo sai do normal. O Estatuto da Segurança Privada, lei que organiza o setor, trata atividades como a vigilância patrimonial como segurança privada, enquanto a portaria de condomínio segue na sua função típica, sem arma.

No degrau do vigia entram rondas internas, acompanhamento de câmeras, apoio à prevenção de perdas no varejo e o cuidado com obras, pátios e estacionamentos. Os requisitos mudam bastante de uma empresa para outra. Quando o posto vira vigilância patrimonial de fato, a lei passa a pedir profissional habilitado e empresa autorizada.

O vigilante tem regras próprias. É preciso concluir o curso de formação em escola autorizada, passar nos exames de saúde e ter o registro profissional. Das três funções, é a única que pode trabalhar armada, transportar valores e fazer escolta. Em compensação, costuma pagar mais e oferecer carreira mais clara.

Como começar sem nunca ter trabalhado na área

Para quem é novo no setor, o atalho é começar pela portaria ou por um posto de vigia. Boa parte dessas vagas aceita iniciantes e pede ensino fundamental, educação no atendimento, pontualidade e ficha criminal limpa, já que o trabalho envolve a proteção de pessoas e bens.

Cadastre-se em várias cidades próximas e responda logo quando a empresa entrar em contato. Muitos postos abrem às pressas para cobrir férias, afastamento médico ou a saída de alguém da equipe, e quem já tem o cadastro pronto é chamado primeiro.

Depois de alguns meses de carteira assinada, a mudança para vigilante fica mais fácil. Você já conhece a rotina, tem referência de supervisor e sabe o que o empregador espera. Firmas de segurança e administradoras de condomínio costumam dar preferência a quem já passou pela portaria antes de divulgar a vaga para todo mundo.

Nas próximas páginas você confere, área por área, o que cada função pede, quanto costuma pagar e onde encontrar as vagas abertas na sua cidade.